a quem interessar possa…
Setembro 3, 2007para Fal, com amor…
Agosto 29, 2007Fal meu abraço e meu colo para você. tudo mais que eu disser, serão palavras vazias. divido contigo esse silêncio.
beijos e carinho. sempre.
melts in the air
Agosto 23, 2007“…no mundo moderno, aqueles que são mais felizes na tranquilidade doméstica, como ele era, talvez sejam os mais vulneráveis aos demônios que assediam esse mundo; a rotina diária dos parques e bicicletas, das compras, do comer e limpar-se, dos abraços e beijos costumeiros, talvez não seja apenas infinitamente bela e festiva, mas também infinitamente frágil e precária, manter essa vida exige talvez esforços desesperados e heróicos, e ás vezes perdemos.” (Marshall Bergman, Tudo que é sólido desmancha no ar)
e o que é a vida? tenho lido muito, coisas esparsas, pedaços de conversas que tive e que quando em quando a mente rememora. o que custa viver? o ato em si, preencher o vazio que existe entre acordar e dormir, morrer e renascer a cada dia.
para mim custa muito assumir como minha a vida que o mundo exige de mim. essa doméstica, cuidar da minha casa, minhas coisas, brincar e ensinar à minha filha as coisas todas eu levo fácil, mas e da porta para fora? como é que se realiza isso?
ah, tantas são as vidas todas que eu me perco entre elas e me desmancho em lágrimas, suor, sangue, mas também em risadas, alegria e aprendizagem…
hundred times
Agosto 20, 2007dai que né. não dá para ser assim a vida inteira. senão eu me acabo sem viver nada e eu tenho todos os ingredientes para uma possível vida feliz, seja lá o que isso signifique. mas acho que uma hora chega. sempre chega. e acho que a minha chegou. o jeito é agarrar e seguir, de um jeito ou de outro, mas que seja do melhor possível.
vai que de tanto eu não enxergar, essas coisas boas desaparecerão.
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está
no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta
que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade”.
(Carlos Drummond de Andrade)
agora é hora de eu me arriscar, de dar a cara a tapa, de assumir que errei e de que quero me levantar. minha vida não acabou. meu tempo de evitá-la, sim.
worstest thing or it’s so the expected
Agosto 18, 2007ame-me. assim. porque eu teria lhe dado todo o amor do mundo. carregaria seus ombros em retribuição ao que você me fez de bem e de bom, mas isso agora parece-me tão estranho e tão desgastante como você mesmo disse e eu fiquei com a cara assim, meio que no chão, quase que totalmente no inferno. porque eu vejo as pessoas irem embora e eu sempre fico aqui e me pergunto constantemente se fiz o possível para que elas entendessem o quão são importantes no meu planeta.
e
Alive & Dead, in not this order, but btw
Agosto 16, 2007imagina um beijo. dois. três. quatro. cinco. todos os possíveis, os cabíveis e também os amorais.
e imagina também uma moça perguntando para mim se deus (sim aquele
que eu nem sei mais se acredito) condena a homossexualidade. para mim. (?!)
ah, e essa é a vida que acontece.
(se cobrir vira circo, se cercar vira hospício)
depois dessa, que venha a programação normal.
Life is an accident that happens in somewhere, but not here.
Agosto 16, 2007tenho a impressão de que minha vida só acontece na minha cabeça. na minha dileta cachola, eu pratico esportes rotineiramente, faço yoga, como comidas saudáveis e até arrisco no vegetarianismo. na minha faked-life, eu convivo bem com seres humanos em geral, sou um ser romântico e apaixonado e faço as minhas coisas diligentemente e apaixonadamente. eu também vejo os meus pouquissímos amigos com mais frequência e saímos para lugares descolados e também tenho rotinas d’amor com o D.
na chamada vida da minha mente, eu sou uma mãe dedicada,
ciosa dos meus deveres,
os meus planos dão certo e minhas metas são alcançadas.
e a minha casa brilha.
e eu sou magra, com um cabelo reluzente e lindas unhas bem feitas.
e uso salto alto.
acabei de concluir que eu não consigo existir nem na minha imaginação.
so less than this (50%)
Agosto 8, 2007então né. só a minha mãe consegue o que quer de mim. mesmo. dai que ela ligou quase que chorando pedindo que eu deixasse a Ana-bebê passar uns dias com ela em são paulo. dai que eu deixei, né. porque minha mãe vive lá quase que sozinha e tem umas crises deprê. acontece que eu já chorei liiiitros nessa casa vazia sem a minha pequena. litros mesmo. tomei até mais água que o normal.
e a bebê só volta no domingo.
meu mundo agora é um deserto.
prazer. Verônica, antes de tudo, mãe.
“Happiness seemed to radiate from Dumbledore like light, like fire”
Julho 25, 2007vou dizer hein. bati meu recorde: 2 dias. assim, claro que não fiz quase mais nada na vida. na verdade nem comi e ainda estou lotada pela história e achando que a rowling é uma espécie em extinção. amei tudo. desidratei de tanto, mas de tanto chorar. o melhor livro ever. o final mais coerente do mundo. e eu amo de paixão o snape.
juro que estava descrente. juro. pensei que não seria tão bom. não, não poderia ser. é o fim, né? (pausa para a lagriminha que cai) mas que fim!!! caralho, duas vezes.
deu uma tristezinha de não poder mais fazer teorias mil para o próximo livro.
estou orfã.
momentos-comoção total-quase- que- me- pára- o - coração:
o adeus à orelha do george,
quando o harry encontra a carta de lilly,
a morte do dobby,
o roubo à gringotes,
hermione sendo torturada,
a história do monstro,
as lembranças do snape,
a hermione chorando quando o rony foi embora,
o beijo do casal mais fofo ever,
a morte do fred (ai eu chorei muuuito mesmo),
a molly matando a belatrix (yep, uhu),
o discurso de harry para tom riddle.
“Happiness seemed to radiate from Dumbledore like light, like fire”
Julho 25, 2007vou dizer, hein.
queria mandar um beijo para a minha mãe, minha filha e para a j.k. rowling responsável por lágrimas, gargalhadas e pelo melhor livro ever nesses últimos 7 anos.
valeu.
(agora eu vou ali chorar mais um pouquinho)
Escrito por Verô


